by Ana
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
domingo, 17 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
É SEMPRE AQUELE COM QUEM ESTAMOS...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
E se os "futebóis" pagassem a crise?
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sonho e Alma vendem-se: 15 M€ mais uns trocados
Eram duas da manhã e andava às voltas na cama.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Romantiquices
terça-feira, 7 de junho de 2011
FMR
sexta-feira, 27 de maio de 2011
O meu caso sem Facebook
Quanto às raparigas, alunas da mesma escola, apresentei queixa na escola e também na PSP, mas eram menores e em ambas as situações não havia testemunhas.
Nem quero imaginar a dor daqueles pais. Eu só vejo se me apanharem distraída.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O amarelo fica-me bem...
domingo, 17 de abril de 2011
A Fraude
"Bem...bom... não foi bem assim... vamos lá ver... estava longe... não foi isso que quis dizer...
Nunca quis cargos de destaque, de protagonismo.
... Tudo não passa de um mal entendido... não gostei... tudo não passa de uma celeuma desnecessária
Só quero servir Portugal!"
quarta-feira, 13 de abril de 2011
E o realejo diz...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
BLUES FÚNEBRE
Foi exactamente isso que me veio à memória, de tantas vezes ouvir aquele som do F.
Numa destas noites em que o sono não chegava, atormentado por tantos Fs que me ...fraquejam a alma(o que é que pensavam que eu ia escrever, hem?), pus-me a ver "Quatro casamento e um funeral".
Às duas por três, surge este poema:
terça-feira, 5 de abril de 2011
Forty 7 or Seventy 4????
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
"Geração à rasca"
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Parabéns AI !!
Parabéns à dona da pensão Catita, onde se come bem , cabem generais, gatas e toda a bicharada co(h)abita!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
E fez-se Sol!
Ao domingo, o desafio é mais pesado...Carcavelos - Paço de Arcos.
Confesso que cá bem no fundinho até desejava uma forte tempestade. É que é obra, mais de uma horita e a passete bem largo (ma non troppo)!!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Boa sorte!"
Quando estamos “incapacitados”, por força das circunstâncias, sobra-nos sempre tempo para pensar, reflectir, dar e vender. Como se o tempo fosse coisa que se desse ou vendesse!
Que seria do mundo, de nós, se pudéssemos comprar o tempo ou recebê-lo de alguém como, por exemplo, presente de aniversário? Não podemos mesmo e como tal resta-nos relembrá-lo e tirar as nossas conclusões…
Tenho dado por mim a pensar na sensação que tive quando fui anestesiada.
Senti que uma paz me invadia, apoderando-se do meu corpo e da minha consciência. Experimentei a sensação do tempo a apagar-se, lentamente, da minha memória e com ele a minha percepção do mundo a esvair-se, como um punhado de areia que "escorre"por entre os dedos.
Tinha consciência de que tudo poderia ficar para trás, bastaria um erro, um cálculo mal feito, um arritmia, uma sincope, um prolapso, enfim… bastaria que tivesse sido essa a vontade de Deus.
Mas eu sabia que não era. Aliás, estava absolutamente confiante de que não era esse o meu destino. Por isso, deixei, tranquilamente, a minha consciência abandonar o meu corpo, desejei “boa sorte” à equipa médica e de enfermagem que me rodeava e, serenamente, fechei os olhos.
domingo, 31 de janeiro de 2010
One thousand and...

Quando vim ver as novidades do mundo cibernético, reparei que os visitantes do meu blog já tinham passado os 1000!!
Comecei no dia 1 de Dezembro de 2009, portanto há cerca de dois meses.
Tive vontade de parar, muito recentemente, porque reconheço que o que escrevo não são mais que umas tantas passagens retiradas, na hora, do meu diário de bordo, sem qualquer interesse para quem anda por esta bandas à procura de informação, de fontes de conhecimento.
Não sei pois como justificar os mil e tantos…
Resta-me agradecer e pedir que continuem.
P.S.: Visitem os também blogues que eu assinalei. Vale a pena.
Beijos
Ana
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Um momento

Pensei participar na iniciativa de blogagem colectiva da Fábrica das Letras, sob o tema “Beleza”. Reflecti, pensei , puxei pela a minha já desfalecida memória e fraca imaginação em busca de “Beleza”. Beleza estética, beleza de sentimentos, beleza de um momento, beleza…
Pensei, claro, no nascimento de cada um dos meus filhos; na primeira vez que amamentei cada um deles; nas primeiras palavras que pronunciaram ou quando deram os primeiros passos.
Nada de mais belo e único, é verdade. Por muitas e muitas vezes que voltasse a ser mãe, viveria cada um destes momentos desfrutando do seu encanto único, como se fosse sempre a primeira vez.
Porém, acho que ainda não estou suficientemente “madura” nestas lides, para me aventurar numa blogagem colectiva; também, por outro lado, a beleza destes momentos é inenarrável, através das palavras que constam nos dicionários.
Lembrei-me de um outro momento, que julgo fazer parte da memória colectiva de muitas mulheres e igualmente imbuído da sua particular beleza: o casamento. Não é para integrar a blogagem colectiva, mas para partilhar um momento…
Era sábado, um sábado quente de Setembro, da década de oitenta.
Levantei-me cedíssimo, cumpri todos os preparativos e demandas que o dia exigia.
Cabeleireira, manicure, maquilhagem e o cerimonial de vestir aquele longo vestido que obrigava ainda a uma armação de aço por baixo, de forma a dar-lhe o efeito pretendido.
Veio o fotógrafo e foi foto de perfil, de frente, de costas, sentada ao piano, sentada na cama, no jardim, a entrar para o carro, com um pé dentro, outro fora, já devidamente acomodada, acompanhada pela madrinha, etc…;
Retrato com os primos direitos e os canhotos também; com os amigos, com os tios, os irmãos; com com o bouquet e sem o dito, enfim … horas.
Sempre fui pontual, até neste dia decidi que o iria ser. Avisei o noivo que estava pronta e sairia de casa 10 minutos após o telefonema. Se assim o disse, melhor o fiz.
Tratei de despachar todo o cortejo, estilo comitiva de abertura de festas, à frente do carro que me conduzia até ao Santuário da Nossa Senhora da Atalaia, onde se realizaria a cerimónia.
De braço dado com o meu pai, com um nervoso miudinho e ao mesmo tempo uma alegria esfuziante, própria dos 23 aninhos, eis que ao entrar na capela me deparo com ela vazia!!
Nem noivo,nem sinais dele. Nada de convidados da outra parte, ou de futuros sogros. Nada de futuros primos ou cunhados. Nada, apenas as flores que já esperavam de véspera, e nada mais.
Lembro-me da expressão aflitiva do meu pai, coitado, vestido a rigor, com um calor imenso, pensando que a sua primogénita teria sido abandonada, não no altar, mas à porta da igreja. Eu, sempre confiante, tentava desdramatizar a situação. Talvez um furo…, talvez uma súbita indisposição física, talvez se tivessem perdido no caminho (5 km em linha recta!), talvez qualquer coisa, desde que servisse para acalmar o meu pai.
Telemóveis era coisa que ainda não existia, pelo que só me restava esperar.
Determinada, decidi que os meus convidados entrariam, ocupariam um dos lados da capela e eu e o meu pai ficaríamos “resguardados” do calor e dos olhares piedosos dos convidados e da populaça que ocorre sempre aos casórios no Santuário, debaixo de uma varanda de um prédio das redondezas.
Ao fim de um bom pedaço, já não me lembro quem, veio avisar-nos de que o noivo e respectiva comitiva haviam chegado. Se estava impávida e serena, imperturbada continuei… o meu pai, esse mudava de cor de instante para instante. Ora estava vermelho, ora branco que nem cal, mas já podíamos entrar na capela.
Subi o Santuário, degrau a degrau, como estivesse a desfilar numa passerelle plana, sem esforço, sem cansaço, sem calor, sem o peso de um vestido imenso e respectiva armação, sempre feliz da vida. Já o meu pai transpirava com aqueles casacos e jaquetas e sei lá mais o quê.
Entrei ao som da marcha nupcial, tocada no órgão pela minha irmã.
A cada passo, sorria para um lado e para o outro da capela, saudava os convidados do noivo e ainda me lembro de ter pedido ao meu pai o último beijo, enquanto solteira.
Com toda a solenidade, fui entregue ao noivo, em pleno altar, prontinha para cumprir todo o ritual até ao SIM final.
Mas qualquer coisa faltava. Sem ninguém perceber o porquê, o rito não começava.
A minha irmã tocava e voltava a tocar a marcha nupcial, ora a de Mendelssohn, ora a de Wagner. Eu ajeitava o véu, arranjava o vestido dum lado e doutro, os convidados começavam a sussurrar, até que alguém se aventurou a perguntar:
“Então e o Sr. Padre?”
Bom, não sei que vos conte, mais de vinte anos depois… Só me lembro do meu pai, todo enfarpelado, morto de calor e já de algum embaraço, dizer “Eu vou buscar o Padre”.
Rodeada de convidados e flores, com o noivo ao lado e o fotógrafo que não se cansava de disparar a máquina de todos os ângulos, lá fiquei eu, sem Padre e sem pai.
Mal o meu pai saiu pela porta principal, eis que o Sr. Padre entra pela porta da sacristia. Pediu imensas desculpas, mas havia-se esquecido do casamento no Santuário…
“Vamos então dar início à cerimónia.”
“Não!! Agora quem não inicia nada sou eu! Enquanto o meu pai não chegar, não há início de coisa alguma!!”
Quase duas horas depois da hora marcada, e depois do meu pai correr todas as igrejas e capelas das redondezas em busca do Sr. Padre, deu-se, finalmente, início à cerimónia.
Foi um momento que teve a beleza sonhada por todas as noivas, mas com alguns percalços que ajudaram a fazer dele um momento ainda mais único, inesquecível e diferente.





