by Ana
Um espaço para partilhar as "tolices" de cada dia, de uma forma descontraída, descomprometida e com algum sentido de humor. Only that.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
SHE
Já tinha dito que está é a música da minha vida?
Ainda não?
Pois, então digo-o agora!
É esta, com esta voz. SHE,... she, ououou, she....!
Ainda não?
Pois, então digo-o agora!
É esta, com esta voz. SHE,... she, ououou, she....!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
É SEMPRE AQUELE COM QUEM ESTAMOS...
Um dia afirmei, peremptoriamente, que sabia que nunca viria a ser o "love of your live" e que quase tinha a certeza que tu jamais serias o meu "love of my live".
Pensava, então, que a idade que tínhamos (ou temos) nos impedia de tecer todas as cumplicidades que constroem o "amor de uma vida"; ou que o tempo que teríamos pela frente não seria suficiente para nos rirmos de todas as histórias, cantar todas as músicas e ainda construir a nossa história, sem histórias, como tu sempre me pediste.
Um dia, quando tinha quatro anos e umas longas tranças pretas, afirmei, convictamente, que quando crescesse iria ser médica e descobrir a cura para os ataques do coração.
ILY
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O que é o que é?
Com crise, sem crise...
Com verbos, sem verbas...
Com Volvos S40, sem Volvos S60...
Com acordo ortográfico, sem acordos sindicais
Com Cavaco, sem Cavacas
Com Ronaldo, sem Messi
Com André Villas Boas, sem Mourinho
Com PECs, sem(?) FMI
É BONITA, É BONITA E É BONITA!!
Obrigada HELENA
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Love Of My Life
Dizem que este senhor, o Freddie, superou a Montserrat Caballé em fôlego, ao cantar a célebre "Barcelona". Eu acredito.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
In the arms of an (my) Angel
"In the arms of an Angel (my private angel)
Faraway from here"
....
Just it. No more and no less.
Será pedir muito?
quarta-feira, 3 de março de 2010
A nossa escolha de há sete meses
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles et des pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racontrai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles et des pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te racontrai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Casa da Música

Nem tudo vai mal neste país.
Hoje, li com alguma surpresa e muita satisfação que a Casa da Música (Porto) tinha sido escolhida como o quinto edifício da década pelo conceituado jornal Times!!
Hoje, li com alguma surpresa e muita satisfação que a Casa da Música (Porto) tinha sido escolhida como o quinto edifício da década pelo conceituado jornal Times!!
"A Casa da Música, no Porto, projecto do arquitecto holandês Rem Koolhaas, é "louco e perverso, mas brilhante", considera o Times, que o coloca em quinto lugar na lista. O primeiro lugar é ocupado pelo recentíssimo Neues Museum, em Berlim "
Já tive o imenso privilégio de realizar uma visita guiada à Casa da Música e, realmente, o que lamento é esta estrutura estar a mais de 300km de distância. Mesmo assim recomendo vivamente uma visita e este espaço, concebido para ser dedicado exclusivamente à música, em todas as suas vertentes.
Experiências como o aprender a ouvir, a fazer, a criar, estão abertas a todo o tipo de público, num espaço muito bem pensado e, a meu ver, melhor conseguido.
Vale mesmo a pena, acreditem!
P.S.: Já agora aproveitem a viagem e visitem outra das maravilhas do nosso país: o Estádio do Dragão, "caramba"!!
Experiências como o aprender a ouvir, a fazer, a criar, estão abertas a todo o tipo de público, num espaço muito bem pensado e, a meu ver, melhor conseguido.
Vale mesmo a pena, acreditem!
P.S.: Já agora aproveitem a viagem e visitem outra das maravilhas do nosso país: o Estádio do Dragão, "caramba"!!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
TWO THOUSAND AND TEN
Olá e bom ano.
Hoje não me apeteceu escrever.
Não existe dia do pijama, do chá e da torrada, mas, a existir, deveria ser precisamente o dia 1 De Janeiro.
Bom, decidi iniciar o ano com música. Espero que gostem... são apenas algumas.
Bom ano !!
Hoje não me apeteceu escrever.
Não existe dia do pijama, do chá e da torrada, mas, a existir, deveria ser precisamente o dia 1 De Janeiro.
Bom, decidi iniciar o ano com música. Espero que gostem... são apenas algumas.
Bom ano !!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A não perder

Gosto de música dita clássica.
Ao mesmo tempo que é intemporal, tanto nos transporta ao glamour de outras épocas, com as valsas de Strauss, como às grandes batalhas que se travaram por essa Europa fora, ao ouvir, por exemplo, a Sinfonia nº3 de Beethoven, chamada de Heróica pois esteve quase a ser dedicada a Napoleão e suas vitórias.(!!)
Quem não conhece o famoso “tam tam tam tam” , a mais famosa combinação rítmica de apenas quatro notas musicais, que abrem a 5ª Sinfonia (também conhecida como a Sinfonia do Destino)? Ou ainda não cantarolou o Hino à Alegria, (Ode à Alegria), ultimo movimento da 9ª Sinfonia, também de Beethoven, adoptado pela União Europeia como seu Hino?
Perdoem-me estar tão beethoveniana, mas acabei de ler o livro “ A Décima Sinfonia” e, como tal, tenho a obra deste “surdo de Bona”, como era conhecido na sua época, muito presente na minha memória.
Na próxima 6ªfeira, dia 18 de Dezembro, no velhinho mas recuperado Cine Teatro Joaquim de Almeida, esse ícone da cidade de Montijo, terá lugar um concerto pela Orquestra Académica Metropolitana, cujo repertório nos deixa embalar pelos acordes de Haydn, e o seu “classicismo vienense", e os sons de Wagner e Shumman, dois expoentes do romantismo.
Não querendo desmerecer os outros compositores, Wagner foi compositor, maestro, teórico musical, ensaista e poeta, tendo escrito o libreto de todas as suas óperas.
Por outro lado, Franz Joseph Haydn , Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven, compositores clássicos, ficaram conhecidos para a posteridade como "Trindade Vienense"
A não peder, CTJA, dia 18 de Dezembro.
Preço do bilhete: 5€
Ao mesmo tempo que é intemporal, tanto nos transporta ao glamour de outras épocas, com as valsas de Strauss, como às grandes batalhas que se travaram por essa Europa fora, ao ouvir, por exemplo, a Sinfonia nº3 de Beethoven, chamada de Heróica pois esteve quase a ser dedicada a Napoleão e suas vitórias.(!!)
Quem não conhece o famoso “tam tam tam tam” , a mais famosa combinação rítmica de apenas quatro notas musicais, que abrem a 5ª Sinfonia (também conhecida como a Sinfonia do Destino)? Ou ainda não cantarolou o Hino à Alegria, (Ode à Alegria), ultimo movimento da 9ª Sinfonia, também de Beethoven, adoptado pela União Europeia como seu Hino?
Perdoem-me estar tão beethoveniana, mas acabei de ler o livro “ A Décima Sinfonia” e, como tal, tenho a obra deste “surdo de Bona”, como era conhecido na sua época, muito presente na minha memória.
Na próxima 6ªfeira, dia 18 de Dezembro, no velhinho mas recuperado Cine Teatro Joaquim de Almeida, esse ícone da cidade de Montijo, terá lugar um concerto pela Orquestra Académica Metropolitana, cujo repertório nos deixa embalar pelos acordes de Haydn, e o seu “classicismo vienense", e os sons de Wagner e Shumman, dois expoentes do romantismo.
Não querendo desmerecer os outros compositores, Wagner foi compositor, maestro, teórico musical, ensaista e poeta, tendo escrito o libreto de todas as suas óperas.
Por outro lado, Franz Joseph Haydn , Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven, compositores clássicos, ficaram conhecidos para a posteridade como "Trindade Vienense"
A não peder, CTJA, dia 18 de Dezembro.
Preço do bilhete: 5€
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
She

Hoje foi mais um daqueles dias…
Aulas, testes, a par de uma correria durante os (curtos) intervalos para imprimir isto ou aquilo e preparar as audições que tinha agendadas para o final da tarde, após o terminus das aulas.
Sinto que perdi a vontade de escrever, pelo prazer de escrever; não consigo desligar a minha mente daquela linguagem formatada de “aos costumes disse nada” ou “inquirido sobre a matéria dos autos” … Salvou-me o dia entrar no carro, ligar a ignição e ouvir uma das músicas que mais gosto: She.
Aulas, testes, a par de uma correria durante os (curtos) intervalos para imprimir isto ou aquilo e preparar as audições que tinha agendadas para o final da tarde, após o terminus das aulas.
Sinto que perdi a vontade de escrever, pelo prazer de escrever; não consigo desligar a minha mente daquela linguagem formatada de “aos costumes disse nada” ou “inquirido sobre a matéria dos autos” … Salvou-me o dia entrar no carro, ligar a ignição e ouvir uma das músicas que mais gosto: She.
She, que foi imortalizada por Elvis Costello na banda sonora do filme Notting Hill, é na verdade a francesa Tous les visages de l'amour, lançada em 1974 pelo cantor e compositor Charles Aznavour.
Aqui fica um dos meus “bálsamos” melódicos preferidos, para partilhar convosco.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Paixão

Na minha apresentação, não vos confessei um dos meus muuiitoos pecados. Um pecado/paixão partilhado por muitos portuguesas e portugueses de aquém e além mar. Paixão muito própria deste nosso povo, que lhe deu voz e alma, tornando-a embaixadora do nome de Portugal, e em particular de duas cidades: Coimbra e Lisboa.
Apresento-vos, caros leitores, O Fado.
A canção de Lisboa acompanhada à viola e à guitarra portuguesa (com certeza!), cantada e sentida em cada esquina dos bairros da nossa Lisboa, canção vadia cujas origens parecem estar ligadas aos cânticos dos Mouros, que permaneceram no bairro da Mouraria após a reconquista cristã.
No entanto, visto não existirem registos do fado até ao início do século XIX, nem o mesmo ser conhecido no Algarve, último reduto dos árabes em Portugal, ou na Andaluzia onde os árabes permaneceram até aos finais do século XV, esta teoria é não é totalmente aceite.
Portanto, gosto de acreditar “na letra da cantiga” : “Talvez a mãe, fosse rameira de bordel, talvez o pai, um decadente aristocrata, talvez lhe dessem á nascença amor e fel, talvez crescesse aos tropeções na vida ingrata…”
Seja por que via for, há uma voz para mim incontornável, única, ímpar. A voz que deu voz e alma a poemas de Ary dos Santos, Manuel Alegre, Vasco Graça Moura, Frederico de Brito, Martinho da Vila, entre outros. A voz das cantigas como Os Putos, Um Homem na Cidade, Canoas do Tejo, Lisboa Menina e Moça, Duas Lágrimas de Orvalho, Bairro Alto, Flor de Verde Pinho entre outras.
Há um bom par de anos atrás, tive o imenso privilégio de assistir ao concerto dos 40 anos de carreira desse grande senhor da “Cantiga Portuguesa”, Carlos do Carmo.
Não consigo descrever o ambiente daquela imensa plateia do Coliseu dos Recreios. Aos primeiros acordes de cada música, era como se tudo ficasse em suspenso aguardando a entrada daquela voz. Em coro, cantei e chorei, tal como canto e me emociono cada vez que ouço Carlos do Carmo.
Na última sexta-feira, realizou-se mais um espectáculo deste grande fadista, mas com a particularidade de homenagear outro grande senhor das letras, Ary dos Santos.
Não fui, por razões que me dispenso de enumerar. Mas vi, ou por outra, não vi, no excerto que passou nos vários canais televisivos, público de faixa etária abaixo do meio século. Por outro lado, o discurso dos entrevistados, centrava-se tanto no Poeta como nas virtudes (indiscutíveis) da Revolução dos Cravos. E a voz? E o fado?
Apresento-vos, caros leitores, O Fado.
A canção de Lisboa acompanhada à viola e à guitarra portuguesa (com certeza!), cantada e sentida em cada esquina dos bairros da nossa Lisboa, canção vadia cujas origens parecem estar ligadas aos cânticos dos Mouros, que permaneceram no bairro da Mouraria após a reconquista cristã.
No entanto, visto não existirem registos do fado até ao início do século XIX, nem o mesmo ser conhecido no Algarve, último reduto dos árabes em Portugal, ou na Andaluzia onde os árabes permaneceram até aos finais do século XV, esta teoria é não é totalmente aceite.
Portanto, gosto de acreditar “na letra da cantiga” : “Talvez a mãe, fosse rameira de bordel, talvez o pai, um decadente aristocrata, talvez lhe dessem á nascença amor e fel, talvez crescesse aos tropeções na vida ingrata…”
Seja por que via for, há uma voz para mim incontornável, única, ímpar. A voz que deu voz e alma a poemas de Ary dos Santos, Manuel Alegre, Vasco Graça Moura, Frederico de Brito, Martinho da Vila, entre outros. A voz das cantigas como Os Putos, Um Homem na Cidade, Canoas do Tejo, Lisboa Menina e Moça, Duas Lágrimas de Orvalho, Bairro Alto, Flor de Verde Pinho entre outras.
Há um bom par de anos atrás, tive o imenso privilégio de assistir ao concerto dos 40 anos de carreira desse grande senhor da “Cantiga Portuguesa”, Carlos do Carmo.
Não consigo descrever o ambiente daquela imensa plateia do Coliseu dos Recreios. Aos primeiros acordes de cada música, era como se tudo ficasse em suspenso aguardando a entrada daquela voz. Em coro, cantei e chorei, tal como canto e me emociono cada vez que ouço Carlos do Carmo.
Na última sexta-feira, realizou-se mais um espectáculo deste grande fadista, mas com a particularidade de homenagear outro grande senhor das letras, Ary dos Santos.
Não fui, por razões que me dispenso de enumerar. Mas vi, ou por outra, não vi, no excerto que passou nos vários canais televisivos, público de faixa etária abaixo do meio século. Por outro lado, o discurso dos entrevistados, centrava-se tanto no Poeta como nas virtudes (indiscutíveis) da Revolução dos Cravos. E a voz? E o fado?
Fado,
Chorar a tristeza bem
Fado adormecer com a dor
Fado só quando a saudade vem
Arrancar do meu passado
Um grande amor
José da Ponte
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