by Ana
quarta-feira, 7 de julho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Epigenética: Liga, desliga
No entanto, só mais recentemente se começa a relacionar alguns aspectos das características do indivíduo com este campo.
Melhor dizendo, só agora os homens das batas brancas e as mulheres das pipetas e das buretas, dos colorímetros e das centrífugas, dos polarímetros e cromatrófagos, arregaçam as mangas das batas e começam a alargar este conceito, relacionado-o com aspectos mais difusos do fenótipo (o qual que podemos interpretar como sendo a manifestação “visível” da nossa carga genética. Por ex: o nosso feitiozinho, a cor dos nossos lindos olhos, a nossa aptidão para a música ou para as brigas de rua, aquele sinal bem na ponta do nariz igual ao do tio-avô, etc…).
Mas há coisas que a genética, à luz daquilo que tomávamos com “certo e sabido”, não explicava, como por exemplo, por que razão gémeos verdadeiros podiam desenvolver comportamentos diferentes ou susceptibilidades diferentes à mesma doença degenerativa.
É aqui que surge esta “nova” área.
Epigenética é o estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a actividade genética sem modificar o código genético, influenciando o aparecimento e desenvolvimento de doenças, como a esquizofrenia ou o cancro.
O mais curioso, é que o gene está sempre presente, ou seja, o código genético está lá, existe. Nós, indivíduos, é que temos o condão de o ligar ou desligar. É aqui que reside o conceito e a chave da Epigenética.
Indo um pouco mais além:
Existem quatro mecanismos conhecidos para a herança epigenética, entre eles, o mais conhecido, é a metilação do DNA.
Ao ligar e desligar os genes, os metilos têm um profundo impacto sobre a forma e a função das células e organismos, sem alterar o DNA correspondente.
Mas o mais interessante é se no momento da concepção o radical metilo está alterado, logo o padrão está modificado, passando a alteração para a geração vindoura.
Complicado, mas fascinante.
Portanto, pais frustrados, desesperados pelos enfants terribles que vagueiam pelos vossos lares, a culpa não é vossa, é deles, dos radicais metilo!!
As vossas filhas são umas namoradeiras? Não saem à mãe! Nunca! É a genética, mas da Epigenética!!
E eu, Papá…?? Nasci só com um rim!! Hummm…. Foste tu!!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ainda se lembram?
Hoje não apetece escrever sobre nada em especial, por isso lembrei-me destas pequenas coisitas, que nos mandam por e-mail, e que nunca é demais relembrar.
AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO:
1 - As Pirâmides do Egipto
2 - As Muralhas e os Jardins Suspensos da Babilónia
3 - O Mausoléu de Helicarnasso (ou o Túmulo de Máusolo em Éfeso)
4 - A Estátua de Zeus, de Fídias
5 - O Templo de Artemisa (ou Diana)
6 - O Colosso de Rodes
7 - O Farol de Alexandria.
OS SETE PECADOS MORTAIS:
Eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo
Gula - Avareza - Soberba - Luxúria - Preguiça - Ira - Inveja
AS SETE VIRTUDES:
Para combater os pecados capitais
Temperança - Generosidade - Humildade - Castidade - Disciplina - Paciência - Caridade
OS NÚMEROS ÁRABES
Os símbolos têm a ver com os ângulos:
o 0 não tem ângulos
o número 1 tem 1 ângulo
o número 2 tem 2 ângulos
o número 3 tem 3 ângulos
etc...